Kubernetes 1.37 melhora resiliência e escala a zero
Publicado 27 de ago. de 2026 · Leitura 1 min de leitura · Relevância 9.3
Kubernetes 1.37 reúne 67 melhorias, estabiliza APIs operacionais, leva HPA até zero réplicas a beta e adiciona checkpoint e restore de Pods em alpha.
A versão mexe diretamente em resiliência do control plane, economia de workloads ociosos, observabilidade e alocação de aceleradores. Operadores precisam testar controllers, storage e políticas de recursos antes de atualizar clusters.
O Kubernetes 1.37 foi lançado com 67 melhorias: 16 chegaram a Stable, 23 a Beta, 27 entraram em Alpha e uma envolve depreciação ou remoção.
A inicialização resiliente do watch cache foi concluída e evita picos de consultas ao etcd durante startup e recuperação do API server. Requisições excedentes podem receber HTTP 429, portanto controllers e operators precisam respeitar Retry-After e aplicar backoff. O HorizontalPodAutoscaler com minReplicas: 0 chegou a Beta e vem habilitado por padrão para workloads com métricas externas ou de objetos.
Entre as mudanças estáveis estão KYAML, a API metrics.k8s.io/v1, recursos de SELinux e partes do Dynamic Resource Allocation. A versão também introduz checkpoint e restauração de Pods em Alpha, Memory QoS em Beta e novas capacidades de agendamento para workloads compostos e dispositivos usados por IA.
Há atenção de compatibilidade: volumes compartilhados por Pods com labels SELinux diferentes podem deixar de iniciar sob o novo comportamento, e o suporte a cgroups v1 está planejado para remoção futura.
Observar suporte dos runtimes a checkpoint de Pods, respostas 429 em controllers antigos, compatibilidade SELinux, adoção de metrics.k8s.io/v1, comportamento do HPA em zero e cronograma de remoção de cgroups v1.